Sim, é estranho escrever num blog que não tem 2, 3, 4 mil leitores diários como tinha o CalvinOne.net. #prontofalei
Sim, é estranho escrever num blog que não tem 2, 3, 4 mil leitores diários como tinha o CalvinOne.net. #prontofalei
Estava aqui pensando, e ouvindo Cellar Door do Loco Dice. Mas vamos ao pensando.
O @alex_ag407 tbm conhecido como meu ex chefe começou a tuitar umas aulas de história da propaganda. Quando surgiu essa idéia pela primeira vez ia ser um blog. Mas por força do destino o projeto nunca saiu. Pq agora ficou claro que tinha que ser via tuiter – ainda que seja o uso “errado” da ferramenta. E mais, o momento nunca foi tão bom. Crise Atual, começo da propaganda de massa…
Pertinente! Parabens, @alex_ag407 !
Mas voltando ao que estava pensando.
Ai me veio a mente o marketing do pertinente. Seria esse o resumo de tudo que vi no NBC08, pra mim.
Foda é que as vezes, percebo que as pessoas não sabem mais ver a pertinência fora da esfera: tenho que manter meu emprego.
É triste.
#twitter1998 pode ser o marco zero da volta dos anos 90! Nerd fashion é bem provavel que venha forte! Que se aproveite a adidas! classic, again!
Minha visão sobre a propriedade intelectual é bem radical. Sou contra o direito autoral, parto do princípio que tudo que a gente tem, foi feito do remix dos elementos iniciais do planeta. Assim, toda a qualquer idéia usa esses samples iniciais e sendo assim, é de propriedade de todos.
Um bom exemplo pra ilustrar o absurdo a que chega a distorção dos valore é, pra mim, o FastFashion. Porque um estilista bicha louca pode se meter no mato pra se inspirar na cultura de um povo qq esquecido pela civilização mas um koreano da zé paulino não pode se inspirar no desfile do tal estilista?
Um mundo sem propriedade intelectual seria mais ativo, mais coisas legais aconteceriam. Teriamos mais materia prima para as próximas criações relevantes.
Hoje o mundo da propaganda só sobrevive pq já vive uma realidade onde a propriedade intelectual morreu.
Sim, quantos e quantos casos já se perderam na justiça onde artista teve sua obra roubada por publicitário?! E eu vou falar, das internas, é assim mesmo. Mas é só falar que foi Inspirado Em.
Afinal, se inspirar não é colocar sua marca sobre o trabalho de alguém?!
Ué, não?! Mas não é isso que o povo da moda faz? Ou o carinha que fez o lenço palestino não é artista? Sem entrar na questão do gosto, por favor. Mas pq o Herchcovitch pode ir até la, se inspirar no lenço sem pagar nada por isso?
Outro bom exemplo de como ta tudo zoneado é o fato de que ninguém paga direito sobre a pizza e a cerveja mas não podem fazer nugget livremente!?
Para se ter uma idéia de como esse conceito de mundo livre é levado a sério nas agências, a gente assina um papel onde se abre mão de tudoo que for criado enquanto se estiver sendo pago por pela agência.
É simples assim. É um puta workaround pra se livrar dessa trava que é a propriedade intelectual.
E o que as agências vendem? Tbm é intelecto, mas é intelecto em performance não em direito. Estamos alí num show diário, cansa, mas dá dinheiro. Até para os artistas que tem suas obras roubadas, em algum momento já ganharam ou vão ganhar muito dinheiro da propaganda.
Então temos uma boa prova de que esse modelo funciona.
O que eu acho foda desse movimento de apoio à cultura do remix é que ele vem crescendo.
E eu acho importante isso ser bem aceito pelas pessoas por um motivo maior, acho que essa mudança de angulo da visão da prorpiedade pode fazer com que as pessoas mudem sua atitude perante o mundo – Isso foi só para agradar os ecochatos. Mas é verdade!
Primeiro, Good Copy Bad Copy, um documentário bem fudido e raso ao mesmo tempo. Apesar de ser Dinamarques mostra a relação do Techno brega com esse novo modele de performance. Mas o foco do filme não é o modelo e sim a lei do direito. Vale ver.
E agora, o trailer de um filme que da o título do post: RiP: A remix manifesto.
Via Synthtopia
Frase de efito pra terminar bem: “Se transmito a você uma informação, não a perco, e se a utilizo, não a destruo”. Pierre Lévy.
P.S.Juridico: Não tenho nada contra as bichas, as loucas, os koreanos, a zé paulino, o techno brega, nem contra o Pierre Lévy.
Chego no laboratório e as primeiras informações que são colhidas pela atendente:
Peso: 70
Altura: 1,79
Exame: HIV e outros.
Não tem como, na mesma hora justifiquei. Nunca pensei que tinha que ter exame até de HIV pra tirar visto. Oh, eu sempre fui magro! Oh, para de me olhar assim, é sério, é pro visto de trabalho.
Pronto, mais um dos itens da longa lista está quase terminado. Atestado médico emitido por orgão oficial.
Perde, e feio, pros outros. Mas o pachshot é bonito, muito.
Dr.D agora é vintage. Hackearam o primeiro anuncio em e-paper.
http://www.metrophotochallenge.com/br
Já mandei a primeira foto!

Vou escolher mais 4. O prêmio é legal, uma viagem pra frança.
Pronto, chegou a hora de fazer as malas mais um vez.
Agora o destino é portugal. Estou indo para a Leo Lisboa. Engraçado, segunda vez que saio do país para uma agência do tio Leo.
Aproveitei o evento para tentar, mais uma vez voltar a blogar.
Sei que o assunto mais comum no meu blog é esse: que eu vou voltar a blogar
Mas agora vai…