Esse jpg fala muito sobre esse disco do Radiohead.
Eu fiz e recomendo!

Esses dias tenho ouvido muito Silver Apples, não sei o motivo, mas sei que é fato.

Eles usaram synths antes mesmo dos alemães do Kraftwerk e são até cotados como fonte de inspiração para o kraut rock.
E agora, enquanto escrevia esse post, descobri que eles tocam: HOJE no SXSW
Depois de ser muito repensado, finalmente achou um modelo de funcionamento. Pensei em ser um agregador dos meus agragadores mas o overlap de informações pra quem assina meu reader – por exemplo – me irritava. Por isso resolvi que esse vai ser um Low Blog, vou postar pouco, a melhor forma de acompanhar ele é via rss. Vou falar do que me der vontade e quando me der vontade, não vou ficar na nóia de postar sempre. Pronto, agora vai.
“Fairy tales do not tell children the dragons exist. Children already know that dragons exist. Fairy tales tell children the dragons can be killed.”
-G K Chesterton
Fui procurar a origem dessa citação e achei isso:
There is this from Chesterton’s ORTHODOXY:
The timidity of the child or the savage is entirely reasonable; they are alarmed at this world, because this world is a very alarming place. They dislike being alone because it is verily and indeed an awful idea to be alone. Barbarians fear the unknown for the same reason that Agnostics worship it – because it is a fact. Fairy tales, then, are not responsible for producing in children fear, or any of the shapes of fear; fairy tales do not give the child the idea of the evil or the ugly; that is in the child already, because it is in the world already.
Fairy tales do not give the child his first idea of bogey. What fairy tales give the child is his first clear idea
of the possible defeat of bogey. The baby has known the dragon intimately ever since he had an imagination. What the fairy tale provides for him is a St. George to kill the dragon. Exactly what the fairy tale does is this: it accustoms him for a series of clear pictures to the idea that these limitless terrors had a limit, that these shapeless enemies have enemies in the knights of God, that there is something in the universe
more mystical than darkness, and stronger than strong fear. When I was a child I have stared at the darkness until the whole black bulk of it turned into one negro giant taller than heaven. If there was one star in the sky it only made him a Cyclops. But fairy tales restored my mental health, for next day I read
an authentic account of how a negro giant with one eye, of quite equal dimensions, had been baffled by a little boy like myself (of similar inexperience and even lower social status) by means of a sword, some bad riddles, and a brave heart. Sometimes the sea at night seemed as dreadful as any dragon. But then I was acquainted with many youngest sons and little sailors to whom a dragon or two was as simple as the sea.
Não sei se a citação atribuida ao Chesterton é realmente aquela, mas foi ela que me deu vontade de traduzir num desenho essa idéia. Vou ver como anda a fila do Jun Matsui.
Hoje fui almoçar num kilo e tanto o peso quanto o valor eram palíndromos, ou melhor, capicuas, já que são formados por números. Ai lembrei que sempre falo de um fenômeno da lingüística moderna ainda sem nome. (até onde eu sei)
Quando vc vai escrever AMO, BOM, COM ou ANO em um celular usa as mesmas teclas. 2, 6 e 6.
Assim como Ciência e Agência.
Então me pergunto: Qual o nome desse fenômeno lingüístico?! Proponho usar uma corruptela do meu nome: dalbergue. Sim, meio que uma egotrip.
Assim, Porto seria um dalbergue de Rosto.
Ah, um dalbergue só é valido quando se usa iTap.
Sim, é estranho escrever num blog que não tem 2, 3, 4 mil leitores diários como tinha o CalvinOne.net. #prontofalei
Estava aqui pensando, e ouvindo Cellar Door do Loco Dice. Mas vamos ao pensando.
O @alex_ag407 tbm conhecido como meu ex chefe começou a tuitar umas aulas de história da propaganda. Quando surgiu essa idéia pela primeira vez ia ser um blog. Mas por força do destino o projeto nunca saiu. Pq agora ficou claro que tinha que ser via tuiter – ainda que seja o uso “errado” da ferramenta. E mais, o momento nunca foi tão bom. Crise Atual, começo da propaganda de massa…
Pertinente! Parabens, @alex_ag407 !
Mas voltando ao que estava pensando.
Ai me veio a mente o marketing do pertinente. Seria esse o resumo de tudo que vi no NBC08, pra mim.
Foda é que as vezes, percebo que as pessoas não sabem mais ver a pertinência fora da esfera: tenho que manter meu emprego.
É triste.
#twitter1998 pode ser o marco zero da volta dos anos 90! Nerd fashion é bem provavel que venha forte! Que se aproveite a adidas! classic, again!
Minha visão sobre a propriedade intelectual é bem radical. Sou contra o direito autoral, parto do princípio que tudo que a gente tem, foi feito do remix dos elementos iniciais do planeta. Assim, toda a qualquer idéia usa esses samples iniciais e sendo assim, é de propriedade de todos.
Um bom exemplo pra ilustrar o absurdo a que chega a distorção dos valore é, pra mim, o FastFashion. Porque um estilista bicha louca pode se meter no mato pra se inspirar na cultura de um povo qq esquecido pela civilização mas um koreano da zé paulino não pode se inspirar no desfile do tal estilista?
Um mundo sem propriedade intelectual seria mais ativo, mais coisas legais aconteceriam. Teriamos mais materia prima para as próximas criações relevantes.
Hoje o mundo da propaganda só sobrevive pq já vive uma realidade onde a propriedade intelectual morreu.
Sim, quantos e quantos casos já se perderam na justiça onde artista teve sua obra roubada por publicitário?! E eu vou falar, das internas, é assim mesmo. Mas é só falar que foi Inspirado Em.
Afinal, se inspirar não é colocar sua marca sobre o trabalho de alguém?!
Ué, não?! Mas não é isso que o povo da moda faz? Ou o carinha que fez o lenço palestino não é artista? Sem entrar na questão do gosto, por favor. Mas pq o Herchcovitch pode ir até la, se inspirar no lenço sem pagar nada por isso?
Outro bom exemplo de como ta tudo zoneado é o fato de que ninguém paga direito sobre a pizza e a cerveja mas não podem fazer nugget livremente!?
Para se ter uma idéia de como esse conceito de mundo livre é levado a sério nas agências, a gente assina um papel onde se abre mão de tudoo que for criado enquanto se estiver sendo pago por pela agência.
É simples assim. É um puta workaround pra se livrar dessa trava que é a propriedade intelectual.
E o que as agências vendem? Tbm é intelecto, mas é intelecto em performance não em direito. Estamos alí num show diário, cansa, mas dá dinheiro. Até para os artistas que tem suas obras roubadas, em algum momento já ganharam ou vão ganhar muito dinheiro da propaganda.
Então temos uma boa prova de que esse modelo funciona.
O que eu acho foda desse movimento de apoio à cultura do remix é que ele vem crescendo.
E eu acho importante isso ser bem aceito pelas pessoas por um motivo maior, acho que essa mudança de angulo da visão da prorpiedade pode fazer com que as pessoas mudem sua atitude perante o mundo – Isso foi só para agradar os ecochatos. Mas é verdade!
Primeiro, Good Copy Bad Copy, um documentário bem fudido e raso ao mesmo tempo. Apesar de ser Dinamarques mostra a relação do Techno brega com esse novo modele de performance. Mas o foco do filme não é o modelo e sim a lei do direito. Vale ver.
E agora, o trailer de um filme que da o título do post: RiP: A remix manifesto.
Via Synthtopia
Frase de efito pra terminar bem: “Se transmito a você uma informação, não a perco, e se a utilizo, não a destruo”. Pierre Lévy.
P.S.Juridico: Não tenho nada contra as bichas, as loucas, os koreanos, a zé paulino, o techno brega, nem contra o Pierre Lévy.